Aperte o play

Irei contar a história da minha amiga, Isabelle, 16 anos que sofreu muito, e fui a única que esteve com ela todos os momentos ajudando-a, a única que sei sobre tudo que já viveu,  com quem ela compartilhava seus segredos. Ela se cortava. A cada vez que ela se cortava, eu sofria muito mais que ela, eu sempre pedi para que ela parasse, mas ela não suportava tudo o que vive esse sempre foi seu refúgio para esquecer. Sabem por que ela fazia isso? Em casa essa menina passava por coisas horríveis. Seus pais à batiam a ponto de sangrar. O motivo era que seu pai se drogava, e sua mãe era alcoólatra, e toda vez que os seus pais chegavam, ela estava lá trancada em seu quarto, chorando, e com seus ouvidos tampados impedindo que ela pudesse ouvir as brigas de seus pais, não adiantava muito…essa menina muitas vezes se intrometia nas tais brigas por isso os hematomas em seu corpo.

Certo dia, seus pais reorganizando seu quarto como forma de lembrança, eles encontram em um papel amassado uma carta de sua filha.

“Eu não consegui suportar viver desse jeito, talvez a escolha que fiz não tenha sido a mais apropriada. Eu errei em fazer isto, mas foi a única saída que encontrei. Tentei conversar, impedir, mas nada adiantou. Cada vez mais meus dias se tornavam piores. Em meus braços não cabiam mais marcas de sofrimentos, mesmo que vocês não saibam, a cada briga de vocês, era um novo corte em meu corpo, era triste ver a situação de vocês, sinceramente, vocês não são a família que eu esperava ter. Eu sentia falta da presença de vocês em minha vida, do carinho e amor, pois, os momentos que passávamos juntos eram os piores momentos da minha vida. Fiz esta escolha para livrar-me de toda angústia. Mesmo com tudo que passei, eu amo vocês, sei que no fundo vocês não são assim, infelizmente a droga tomou conta de suas vidas. E meu ultimo desejo é que vocês procurem por ajuda e, que voltem a serem felizes mesmo sem mim.”

 Flash Back

Novamente seus pais estavam brigando, Isabelle não sabia o motivo da tal discussão, mas ao ver que seu pai iria bater em sua mãe, não conseguiu se conter e tentou evitar o incidente, ao entrar no meio da briga é surpresa com um soco de seu pai vindo em sua direção que acertara fortemente seu estomago, fazendo com que ficasse com falta de ar. Ao perceber que ninguém se importou ao vê-la se contorcendo de dor, começa a chorar, e corre para seu quarto. Pouco se importando, seus pais a deixam sozinha. Na tal noite sombria e chuvosa, onde precisara de um aconchego, entre os soluços de seu choro ela se lamentava por ocupar espaço naquele mundo medíocre. Como de costume ela vai até o banheiro, e lá estava ela se mutilando, a mais um corte feito uma de suas dores sentimentais eram esquecidas por alguns minutos, pois as dores de seus cortes se tornavam maiores, a dor em seu pulso ia sendo esquecida e as dores sentimentais voltavam à tona. Ela não agüentava mais aquilo, seus pais a faziam sofrer.  Pra que viver num mundo onde ninguém se importa comigo? Pensava ela enquanto via aquele sangue saindo de seu pulso. Num momento de fraqueza ela pensara em se suicidar. Dirige-se até seu quarto, apalpando em baixo de seu colchão, onde lá escondera uma faca, parecia tão provocante esquecer toda aquela angustia que vivera, ela não conseguiu se conter, sentada no chão sujo de seu quarto, ela começa perfurando sua pele, na região do estomago, onde levara um soco de seu pai, ela gritava de dor, mas no fundo está adorando saber que se livraria daquela vida, ao se ver sangrando, tapa o sangue com uma camiseta velha, e tremendo de dor escreve uma carta, com uma caligrafia horrível, mas algo sincero, ao escrever amassa a tal carta e a joga sem ao menos ver onde cairia. Senta-se no chão novamente, e começa a perfurar-se, o som da chuva escondia seus gritos apavorantes de dor, entre seu choro ela se lamentava e agradecia por estar saindo daquele mundo, por estar se livrando de uma dor diária. Até atingir onde queria, deixando aquela vida medíocre. O dia se passou seus pais querendo pedir desculpas, procuram-a em seu quarto, quando se deparam com a menina sangrando, com apenas uma faca ao seu lado e uma lagrima em seu rosto. Sua filha estava morta, deixando com eles apenas o arrependimento.  Gabriela Ruiz, Deyci and Tábata Ruiz

(via a-desire)




Tags:
- meus

1 year ago
9 notes/Reblog isso



(via elri-c)



1 year ago
176 notes/Reblog isso



Ainda nova, ela mudara sua sexualidade. Com medo e sem saber como se expressar esconde de seus pais a tal mudança e seu namoro com “outra” garota. Após um tempo escondendo esse namoro com mentiras, seu pai descobre. Não sabia ao certo como ele conseguira descobrir, pois achava que suas mentiras passavam despercebidas. Ela estranhara o silencio intenso de seu pai, mas com medo não ousou dirigir alguma palavra a ele. Alguns dias se passam e ela percebe que aquele silêncio permanece. Quando deixada em casa apenas com seu pai, resolve ficar “trancada” em seu quarto, se assusta com alguém batendo desesperadamente na porta, ao abri-la se depara com seu pai, aparentemente furioso, que ao vê-la a ataca forçando-a a tirar sua roupa. Em meio de negação, ele mesmo arranca a roupa de seu corpo.

 Isso é pra você aprender a ser mulher de verdade. — Dizia enquanto tirava sua calça.

Ela insistia que ele parasse, mas ele não dava ouvido a ela. Algo que ela nunca imaginou foi seu pai a estuprando. Ela chorava, e gritava, com esperança de que alguém a ouvisse. Infelizmente ninguém pôde ajudá-la. Depois de tanto forçar, ele a vê desmaiada, e no impulso ele a mata sufocada com um misero travesseiro. Ao ver o que acabara de fazer, ele foge com a intenção de se ver livre desta culpa, mas ao contrario do que pensara, ele só se viu livre por um tempo. 

Logo que fugira alguém o denuncia, depois de tantas buscas por aquele homem, finalmente o encontram, desleixado e jogado no chão. Conseqüentemente é levado a prisão. 

 — Me perdoem, eu somente não queria ter uma filha homossexual — Mesmo depois de se arrepender de tudo o que fizera, ele é estuprado pelos companheiros de cela, e violentado até a morte.Gabriela Ruiz and Tábata Ruiz 

(via a-desire)


Tags:
- meus

1 year ago
5 notes/Reblog isso



(via elri-c)



1 year ago
111 notes/Reblog isso





1 year ago
25 notes/Reblog isso




KKKKKKKKKKKKKK morri .-.

TRINTA é TEN TEN TEN 

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

(via 1-pedro-2-9)



1 year ago
12,963 notes/Reblog isso



(via onigiri-no-sekai)



1 year ago
26 notes/Reblog isso



(via onigiri-no-sekai)



1 year ago
54 notes/Reblog isso





1 year ago
8 notes/Reblog isso





1 year ago
50 notes/Reblog isso